quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

♫♪♫♪ I don't want to stay here, I wanna to go back to Bahia ♫♪♫♪

Mais uma vez aqui para compartilhar momentos, pensamentos e emoções.
Este mês começou cheio de promessas e esperanças, que eu espero em Deus que se tornem realidades.
Muito trabalho, muitas metas a serem alcançadas e muitas decisões a serem tomadas, por isso sumi daqui um pouquinho.
Ontem eu recebi uma informação que me deixou um pouco cambaleada, fui dormir pensativa... Mas hoje eu acordei com vontade de seguir em frente, de fazer diferente, de não me deixar enganar.
Posso me considerar uma pessoa Feliz, mas como eu sempre digo... Não podemos relaxar e deixar a vida passar, temos que estar sempre traçando novos objetivos e acreditando que vai dar certo. É disso que é feita a vida.
Eu sempre peço a Deus que faça o melhor pra mim. Nunca faço desejos direcionados; só peço para ser feliz, faço a minha parte, e entrego nas mãos d’Ele, permanecendo na fé. E que seja feita a vossa vontade!
Desenhar é uma terapia que sempre encontro para estes momentos de grandes decisões e  de ansiedade, e como eu tive que terminar um trabalho essa semana, uni o útil ao agradável. Já cumpri a minha meta, mas continuei praticando minha terapia.
Deixo aqui algumas imagens deste meu trabalho, só pra dar um gostinho... Não vou postar os desenhos completos porque o todo ainda não me pertence, mas assim que eu puder, compartilharei as novidades.
Estou indo para minha cidade hoje, rever as pessoas que mais amo na vida. Receber carinho, dar carinho. Eu tenho certeza que com eles eu sempre poderei contar. Tem coisa melhor?

A próxima postagem será com histórias soteropolitanas. Vai ser massa! Aguardem. ;)







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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Qual a importância da Internet em nossas vidas?

O assunto da semana passada foi sobre à aprovação da lei da ‘SOPA’. Não da sopa de letras... Ou talvez tenha sido! Letras de músicas, de literatura, ou as letras do teclado. Tudo isso foi discutido no Stop Online Piracy Act, o projeto de lei dos Estados Unidos antipirataria, que tem fundamento coerente, mas que foi comprovada que não seria viável, e muito menos compatível, ao mundo em que vivemos hoje.
O escritor Paulo Coelho se pronunciou de uma forma muito sensata em relação ao tema em debate, e disse: “Os bons tempos, quando cada ideia tinha um dono, se foram para sempre... Todos os autores querem que se leia o que eles escrevem, seja num jornal, blog, panfleto ou muro. Quanto mais ouvimos uma música na rádio, mais queremos comprar o CD. É a mesma coisa com a literatura”.
Entretanto, tem outros artistas que não pensam como ele.
O fato é que a internet é uma ferramenta que pode ser usada, tanto para fazer o bem, quanto para fazer o mal. Depende do usuário. Porém, não seria uma imposição judicial quem ditaria o futuro da era tecnológica. Essas coisas, simplesmente, acontecem e depois vão se transformando de acordo com as necessidades dos homo sapiens.
A lei que deveria estar em discussão deveria ser em relação a atentados morais que ‘ferem’ a reputação de um cidadão considerado de bem, impondo certos limites. Mas desta forma entraríamos em outra questão: A liberdade de expressão; e este é um assunto que se estenderá por toda vida, contudo seria muito mais cabível se essa discussão fosse sobre novas maneiras de atuações da indústria para se adequar ao novo mundo em que vivemos, e fazer uso, de forma favorável, das inúmeras possibilidades (tangíveis e intangíveis) que esta ferramenta permite para o crescimento destes setores, e não de sua decadência. A ideia é que se tornem parceiras e não inimigas.
Quem sabe se fossem implantadas ações de redução de preço e dos impostos das obras!? Estas se tornariam cada vez mais acessíveis, favorecendo o povo em massa, e consequentemente a pirataria seria reduzida. Sendo assim, a população iria comprar muito mais os produtos, e os autores, artistas e etc. se sentiriam muito mais desafiados a estarem buscando novidades e inovações, aguçando ainda mais a criatividade.
Vale ressaltar que, quando a obra é fornecida gratuitamente pelos próprios artistas, com a intenção de divulgação, já não se trata mais de pirataria e sim Marketing.
Essa história abre espaço para outras inúmeras discussões, das quais chegamos a conclusão de que  viver sem internet, hoje em dia, é praticamente impossível.  Através dela falamos com parentes distantes, fazemos compras, pagamos contas, decidimos e opinamos na vida dos outros, expressamos todos os tipos de sentimentos, baixamos ‘isso e aquilo’, enviamos documentos em um segundo, sem precisarmos do serviço do Correio físico (o que já é uma evolução sem tamanho)... Sem sombra de dúvidas as ferramentas da internet nos oferecem milhões de possibilidades. Isso só comprova que o processo de modernização é contínuo, e não pode parar. Temos que nos aliar a ela.
Esta semana estive assistindo uma reportagem, no Jornal da Globo, onde dizia que muitos jovens estão largando seus empregos fixos para montar um negócio próprio e vender produtos e serviços pela internet. Os números apresentados nas pesquisas são surpreendentes, jamais pensados há 10 anos atrás, e o número mais interessante é que essas novas formas de atuações mercadológicas estão voltadas para atividades exercidas por pessoas com idade compreendida em até 35 anos, em sua maioria.   
Estamos falando de algo que não tem tamanho, limites, fronteiras e nem regras; o que nos deixa vulneráveis a qualquer tipo de ação e reação. A única barreira é a mentalidade de quem não quer se adaptar.
Algumas pessoas fazem uso dessa ferramenta de maneira muito sábia, e outras nem tanto. Estive em um encontro de “blogueiras” há alguns meses atrás. Eram meninas novas, com faixa etária entre 15 e 30 anos, no máximo.  Meninas que enchem as páginas de pesquisa do Google de pura futilidade e imaturidade. Gente... O que são os looks do dia? Quem não tem um look do dia? Os naturalistas e andarilhos!?  Para cada uma dúzia de palavras, geralmente copiadas de alguma celebridade ou de algum site, tem 50 imagens (isso não é hipérbole).  Eu concordo que uma imagem vale mais do que mil palavras, mas para toda regra há uma exceção.  De qualquer forma tem sempre alguém lucrando com isso. 
E por falar em palavras...  Como pode o brasileiro ter tanta preguiça de ler e escrever? A maioria prefere ver uma novela, que dura quase um ano (e focar no’ look do dia’ das atrizes), ao ler um livro; e no final dessa novela da vida real, querem cobrar do governo  ações de educação. Como assim, se a principal educação vem de casa e dos nossos hábitos cotidianos? O governo pode até “dar” educação, porém inteligência, jamais.
Daqui a pouco estaremos escrevendo textos apenas com abreviações ou montagem de imagens, todavia, no que depender de mim, isso não acontecerá. Prefiro fazer uso da internet a meu favor aqui neste MEU espaço, que me permite um custo quase zero e que nos impõe poucas regras.
Eu só escrevo quando estou inspirada, por isso só atualizo o blog uma vez por semana (se eu tiver tempo). Apesar de eu reconhecer que esta ferramenta requer velocidade, em todos os sentidos, prefiro que seja assim, o que eu ainda acho melhor do que ficar copiando e colando um monte de ‘besteirol’ que as pessoas postam por aí.
Copiar e colar informações dos outros é o fim! Fico decepcionada quando eu dou uma palestra de 2 horas e depois sai o mesmo texto, com o mesmo título, em 5, 10 blogs diferentes, referentes a minha atuação. Ninguém se preocupa em escrever sobre o que foi dito, sobre o que realmente importa. Cadê as regras para isso? Não precisamos ser tão inteligentes, precisamos ser sábios, no mínimo. Provavelmente, menos acomodados! 
A internet tem deixado às pessoas cada vez mais preguiçosas (e obesas), digo isso em relação a tudo, pois isso interfere até na nossa saúde, seja ela física, psicológica e emocional; e a ideia é continuar a reduzir, cada vez mais, a vontade de estar com um amigo presente e aumentar a quantidade de amigos virtuais desencadeando inúmeras consequências.
Como disse Paulo Coelho “Todo mundo que escreve quer ser lido, independente de qualquer coisa”. Eu não sou contra a pirataria, sou contra a falta de criatividade do povo, que deveria usar a internet a seu favor, e não contra. Não podemos estagnar e nem retroceder.
E que chegue logo o dia em que o acesso à internet seja totalmente grátis, para que eu possa escrever ainda mais, com custo zero. 




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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Ser Fashion é tudo, e ta na MODA!

Ser Fashion é tudo, hein galera!? E ta na moda!


Sábado, dia 14/01/2012, terminou a semana de moda no Rio de Janeiro, e como sempre... Centenas de novidades e muita gente andando pelos corredores... Lojistas, Expositores, Modelos, Estudantes, Jornalistas, e profissionais das mais diversas áreas. Todos estavam juntos para fazer o evento acontecer. Além disso, tinham os Designers e os Curiosos, assim como eu que me enquadro nos dois grupos, porque logo ao chegar ao evento, corri pra ver quem era que estava causando uma “briga” de jornalistas com o objetivo de ficar com o melhor ângulo... Dei de ‘cara’ com o Prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, sem saber que era ele... Lógico! Porque na foto todo mundo é diferente. Então, automaticamente minha dúvida cessou, pois nós estávamos à procura da entrada do evento.
Lá ‘vai’ eu com meu salto 15, depois de ter andado na chuva durante uma eternidade (e bota eternidade nisso), me equilibrando nas pedrinhas que formam os mosaicos das calçadas de Gávea. Isso porque deixamos o carro longe achando que era perto. Foi o perto mais longe de toda minha vida... Aquela andada gastou todas as minhas forças, físicas e psicológicas, que eu tinha preparado para o dia inteiro. Como sempre... Me ferrei!
Haaaa gente... Eu não me arrependo de ter ido de salto, porque nestes eventos ninguém te dá moral se você não tem ‘pedigree’, então... Passar 12 horas caminhando com um salto 15, é o mínimo que eu posso fazer para não me sentir tão “pequena” em meio a um evento que transborda grandes egos... Apesar de eu saber que tem muito gente ali fingindo que entende do assunto, ou que acha que entende; além dos sortudos, que fingem, e ainda “se dão bem”.
Antes eu ficava na fila implorando para tentar ver um desfile, nunca consegui. Agora eu desisti e nem tento mais, passei dessa fase. Quando se descobre os bastidores, percebemos que, realmente, não vale à pena se expor tanto. E Depois... Sai tudo na Internet mesmo... Breve serei convidada para ir a desfiles de grandes nomes, e sentarei na primeira fila. “Não está escrito que os humilhados serão exaltados?”. ;)
O que mais me motiva a ir a estes eventos, onde todo mundo te olha com ar de superioridade (mesmo sendo menores do que você, em em todos os sentidos), são as palestras; lugares reservados para troca de conhecimento entre profissionais. Quase sempre vazios.  Destes espaços, nestes dias, poucas pessoas fazem questão. É aí que mora o erro!
A palestra que mais me marcou foi ‘Moda, Beleza e Sustentabilidade’ ministrada pelo empresário Itamar Cechetto, no Fashion Business. Olha só o que ele disse: “Não precisamos de tantos produtos e serviços que nos oferecem diariamente. Exemplo: As operadoras nacionais de celular nos oferecem dezenas de modelos, praticamente mensais, e nós compramos sempre com a dúvida de não ter escolhido o melhor aparelho de todos. Em contrapartida vem a ‘Apple’ e nós oferece um modelo por ano, sem tanta agressão ao meio ambiente, sem tanto risco de descarte, e as pessoas formam filas aquilométricas, até dormem na rua, para esperar o dia do lançamento. Realmente... Precisamos rever os nossos conceitos”. Ele poderia ter encerrado a palestra por ali, mas continuou a nos encher de sabedoria. É claro que a maioria das coisas que ele e os outros palestrantes disseram para mim não era novidade, mas só o fato de os exemplos serem diferentes, já valeu à pena. É sempre bom você se certificar de que não está desatualizada e ter consciência de que sempre há algo novo a se aprender.
Logo após a minha segunda chuva - sendo essa de informações - reencontrei os colegas de Natal/RN, com os quais estive durante os últimos 4 meses do ano passado. Eles estavam no papel de expositores de suas marcas no Stand do Natal Pensando Moda; e, modéstia à parte, as coleções estavam LINDAS... Fiquei tão orgulhosa deles... E muito feliz ao ver o trabalho pronto; aquele que eu vi nascer.
Coleção é um “filho” porque é uma “gestação” acompanhada de um “parto” doloroso, mais depois a gente se apaixona... Depois só não, o tempo todo... Porém, bom mesmo é ser a “Madrinha”... rsrsrs
Para eles o Fashion Business é apenas a primeira etapa das vendas, e eu desejo todo sucesso nessa nova etapa, para cada-um-deles.
Isso me fez lembrar outra coisa muito importante que o Cechetto falou: “Devemos dar oportunidade aos pequenos, aos novos. Montar um Mix de Produto balanceado é sempre importante, para manter a identidade da marca com os produtos já característicos, assim como investir no diferencial, para proporcionar um novo desejo e a competitividade”. Aposto que os lojistas que estavam presentes saíram de lá 90% renovados.
O evento estava lindo, sempre muito organizado... Confesso que a decoração do Fashion Business dessa edição não me surpreendeu tanto quanto nas edições anteriores, mas o painel da entrada principal nos fazia parar e se perder diante de tanto detalhe. Maravilhoso!
Depois da chuva do primeiro dia, não consegui voltar nos dias seguintes porque fiquei dodói; mas só o fato de ter ido e visto tanta coisa diferente... De ter reencontrado colegas de trabalho de longas datas, além de ex alunos, professores e colegas d turma; encontrei meu amado lá, depois de seu horário de trabalho... Tudo isso compensou a minha saga semestral do salto 15, pois trabalhar dando aula, durante 8 horas por dia, de salto alto, é bem diferente de fazer caminhada...
Prometo que no próximo evento usarei outro salto... Do mesmo tamanho, talvez até maior. rsrsrs ;)

Te vejo lá!

Lucimari Paixão e Wagner Kallieno



Meu ex aluno, e eternamente querido, Jorge

Soraia, Lucimari e Zíngra

Marília Malzoni - Palestrante




Exposição Globo Rio



 


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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Vai Começar o Fashion Rio Inverno 2012

Para os ‘Modistas’ de plantão...
Amanhã, dia 10 de janeiro de 2012, começa um dos mais badalados eventos de moda do país; é o fashion Rio, que vem acompanhado do Rio – RIO –Á – PORTER e do Fashion Business.
O evento que começará nessa terça feira ocorrerá até o dia 13/01 (sexta feira), porém cada um acontece em um local diferente. Segue os endereços:
Fashion Rio: Píer Mauá - Av. Rodrigues Alves, S/N - Bolsão 2 Acesso A – Rio de Janeiro/ RJ – Os desfiles só serão iniciados a partir das 17h.
Fashion Business: Jockey Club Brasileiro - Praça Santos Dumont, 31- Gávea – Rio de Janeiro/RJ
RIO-Á-PORTER: Casa FIRJAN da Indústria Criativa- R. São Clemente, 213 – Botafogo, Rio de Janeiro/RJ. De 12- a 12/01 funcionando das 10 às 20h. Dia 13, das 10 às 17h.
O credenciamento não está mais sendo feito pelo site, contudo pode ser feito na hora em que ocorre o evento, basta levar o número do CNJP de sua empresa ou da empresa para a qual trabalha. 

 Todo profissional de moda deve comparecer a este evento, pois o local é no Rio de Janeiro, mas o evento é constituído de profissinais de todo país. ;)

 
  
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Mulheres Ricas

Olá mulheres! 


Que tal começar o ano Rica?

Clique para ampliar
Está no ar na TV BANDEIRANES o programa Mulheres Ricas, e desde a sua estréia, no dia 02 de janeiro, ele tem levantado a opinião de muita gente.
Tenho visto, nas redes sociais, as campanhas conta a exibição do programa, e em um destes posts diz que sente vergonha da exibição do programa. Vou aproveitar este meu espaço para dar a minha opinião na posição de mulher que me encontro.
Infelizmente, ou felizmente, a culpa dessa desigualdade social não é delas... Queríamos todas nós mulheres poder usufruir de todos os bens materiais e sociais que a vida nos oferece, mas essa condição não vem para todos, graças a Deus! Caso contrário, não teríamos manicures, faxineiras, babás, telefonistas, atendentes, padeiras, cozinheiras, corretoras, motoristas de ônibus, e tantas outras profissionais das quais precisamos tanto de seus serviços. Algumas dessas 'Mulheres Ricas' vieram de baixo e tantas outras pessoas, homens e mulheres tiveram a mesma história.
Uma das “personagens”, Débora Rodrigues, era do movimento dos Sem Terra; e eu fico feliz por ela ter conseguido (da maneira dela) ter dado a volta por cima. De todas, parece ser a menos fútil. Riqueza não significa futilidade, mas quem a tem, é porque conquistou.
 Não vamos ser hipócritas ao dizer que dinheiro não traz felicidade, e que a idéia de entrar em uma loja de roupa feminina e levar para casa toda a loja conosco, não nos agrada. Este é o sonho embutido de toda mulher, com direito a TODA FU-TI-LI-DA-DE do mundo. Elas podem fazer isso... Que bom seria que todas nós pudéssemos também viver no mundo encantado da Barbie; afinal não é para isso que nós acordamos cedo, todos os dias, e dedicamos a maior parte de nossas vidas ao trabalho, tentando conseguir dinheiro para comprar bens materiais, saúde, lazer... Às vezes até “amigos”? Quem não queria estar na semana passada, à beira da piscina do Copacabana Palace, vendo á queima de fogos da virada do ano?
Outro dia eu li que “Dinheiro não traz felicidade, mas te leva para sofrer em Paris”. (Com essa avalanche de informações diariamente na internet, dificilmente consigo lembrar o nome do (a) autor (a), ou se tinha o nome dele (a) lá).
Achei ótimo quando Lydia Sayeg disse que “O rico tem obrigação de gastar porque o dinheiro não pode ficar parado, ele tem que circular...”. Frase perfeita!
Quantas outras pessoas vivem no mesmo estilo de vida delas e fazem pose de socialistas na frente da TV, ou mesmo escondidas? Comprar jatinho ta na moda! Depois, quando elas pousam e saem de suas aeronaves desfilando em seus tapetes vermelhos, vamos em  sua direção e pedimos um autógrafo. Nada de mais! Se pedimos um autógrafo é porque admiramos. Não é mesmo?
 Que me desculpe o pessoal do facebook ou do Twiter, mas eu não tenho vergonha delas; tenho vergonha dos nossos governantes, que fazem o mesmo que elas, a diferença é que eles fazem com o NOSSO DINHEIRO.
Poderíamos fazer um grande estudo social e comportamental em relação a essa questão, mas o que conclui este raciocínio é que o programa deu, e continuará dando, um grande “tapa na cara dos brasileiros com luva de pelica” (da melhor marca), pois o brasileiro não está acostumado com essa realidade e prefere ficar sentido pena dos mais humildes, quando na verdade todo mundo merecia uma Mercedes na garagem e uma Champanhe, todos os dias, para brindar a vida. Viva as mulheres ricas! Um brinde á todas às ‘Brunetes’, ‘Déboras’, ‘Narcisas’, ‘Lydias’ e ‘Vals’ do nosso país.
Quem sabe um dia eu chego lá? Já joguei na Mega Sena, e você? ;)


Clique para ampliar

Confira o vídeo do 1º programa que chocou nossa sociedade.

 Ser rica 'PODE' só não pode é não ter Deus no coração.

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